Porém, para usuários menos experientes e que preferem navegar em painéis e análises prontas, muitas vezes as limitações visuais da ferramenta impactam diretamente na experiência.
Uma das maneiras mais eficientes de resolver este problema é através do uso de mashups web.
Ao usar mashups de design em HTML dentro do “DEV-HUB” do Qlik Sense, os mesmos painéis “ganham vida” e apresentam características importantes e que impactam profundamente a experiência dos usuários.
O que é mashup em Qlik Sense?
Antes de entender quais são sua vantagens, é importante você entender o que de fato é um mashup para Qlik Sense.
Conceitualmente, um *mashup* pode ser definido como uma página da web ou aplicação que combina dados ou funcionalidades de diferentes fontes.
No contexto do Qlik Sense, eles são utilizados para criar um design e uma interface que diferem do padrão do Qlik Sense. Para isso, utilizamos tecnologias web como HTML, CSS e JavaScript.
Se você quiser entender mais afundo sobre o tema, basta acessar o conteúdo específico sobre mashup.
Você também pode acessar o site oficial da Qlik, caso tenha interesse em visualizar alguns exemplos de mashups para Qlik Sense, como o Qlik + FORTUNE.
Agora que você entendeu brevemente o que é um mashup para Qlik Sense, vamos para as suas vantagens.
As principais vantagens de usar mashups
Cores, tipografia, branding… usando mashups, temos total liberdade de criar elementos web com base no branding de cada empresa. Com mashups, é possível customizar a interface de modo a simular um app nativo iOS ou Android, acelerando a adoção do Qlik Sense. Fazer com que diretores e gestores acessem diversas aplicações para consolidar informações de negócio não é muito prático.
Usando mashups, podemos unir conteúdos de diversos apps Qlik Sense em uma interface única. Template de mashup podem ser reutilizados dentro das empresas de modo que haja um padrão único de design.
Existem ainda uma infinidade de possibilidades ao utilziar as APIs da Qlik e construir mashups – não apenas visual, mas também funcional.

